Cada dia mais apaixonada pelo meu Amor. Pela arte, por tudo isso. Aiai.
Tudo que eu preciso está bem aqui dentro de mim. Minha arte, e meu Amor me bastam. As pessoas ao meu redor só complementam e dão sentido.
Sentido a tudo. Tudo que há em mim. Sentido a um coração que bate, a uma boca que sorri. E a uma atriz que representa mais na vida real, do que em cima de um palco.
"Talvez você não entenda essa coisa de fazer o mundo acreditar.... Que meu Amor não é passageiro. "
Boa noite (=
domingo, 16 de março de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Texto para um amigo...
E o amor? O
amor passou, correu, morreu, voltou, cansou, doeu, chegou, partiu, sumiu,
quebrou, tocou, sentiu, ouviu, falou. Só não mentiu. O A mor amou. Não existiu.
‘Eu escolho
viver, não sobreviver.’
Um dia desses
conversei com as estrelas do meu teto, elas disseram que tudo dará certo. Só
não disseram quando. E eu vou sofrer? Vou nada, sofrer não ajuda. Quem controla
o meu riso sou eu, eu sou o poder da escolha, e eu escolho sorrir, eu escolho a
terapia do riso, das cócegas. Não há nada de morto em mim, a não ser células
que irão ser repostas. Sou um renascer a cada dia, bela ou não, chata ou não,
eu nasço em cada por do sol, e morro também.
Esqueço-me
das minhas várias mortes e me concentro na vida, vida de dor até, mas muito
feliz. Porque acredito em mim e no meu coração queimado, que bate
insistentemente querendo dizer algo pro mundo ouvir, volta e meia grita sem a
minha permissão, grita uns ‘te amo’ pra tantas coisas banais... Tem um instinto
de amar quase tudo, sem motivo, sem objetivo, apenas ama. É, ele também bate sem permissão. Me faz falar
sem voz: sob o olhar e o riso, volta e outra mete as sobrancelhas no papo, ou
um abraço. Bem bobo, não? Vivo de bobeira então, me faz sorrir uma vez mais,
antes disso tudo acabar. Viver, viver, viver. Doer, doer, doer. Crescer.
Sentir, sorrir. (=
domingo, 26 de janeiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Frase
O som das ondas no mar. Um sol, um céu, e eu. O vento. O cabelo, a calma. A certeza. Eu em mim com Ele. Um coração apaixonado. Um coração adorador.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Me apaixonei
Amo cada fio de cabelo
Amo o jeito do sorriso
Amo os lábios, nossa, Os lábios!
Como são lindos...
Gostei da unha, nossa, como eu
amo essa unha!
Eu me apaixonei pelo som do sorriso,
pelo olhar brilhante que acredita, acredita em que? Não sei, ele acredita, e acredita de um jeito
lindo.
Me apaixonei por toda lágrima de
amor, por toda dor por trás de um belo sorriso.
Me apaixonei por toda história. Apaixonei-me por cada centímetro, cada sentir meu. Cada saudade.
Me descobri imensa de saudade,
saudade de mim, do meu amor, dos sonhos. Ah! Os sonhos... Que coisa bela.
O mais perto que cheguei dos
sonhos foi em sono profundo, e me lembro de relances de uma história de amor.
Quisera eu por obséquio dormir para sempre, só pra viver de sonho. Porque viver
de realidade é pesado, pesado do tipo toneladas, é mecânico, do tipo robô
programado, não é vida, não é surpresa, é rotina. Rotina que dói e machuca, sem
graça.
Me apaixonei por toda beleza e
por toda arte concentrada em mim: o olhar, o gesto, o falar, a graciosidade nas
pequenas coisas.
Me apaixonei pelo jogar de
cabelo, pelo mistério, pela solidão.
Sem perceber eu não sabia mais
porque, por que sentir assim. Tudo tão forte dentro de mim.
Me faz viva o tilintar de um
coração teimoso.
(Melhor que isso só se o meu teto
fosse feito de estrelas)
E por poucos segundos me
concentrei na batida do coração no pescoço. Foi a melhor melodia que já ouvi.
Melodia de um coração teimoso e perverso, um coração apaixonado.
Apaixonei-me pela vida que traz arte.
Apaixonei-me pela arte
que traz vida.
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